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15 cenas da natureza que só existiram por 1 segundo

1. A perfeição das imagens dos fotógrafos da vida animal é capaz de deixar qualquer um boquiaberto




2. Através das lentes das suas câmeras, eles capturam a grandiosidade dos cardumes de peixes



3. A lambidela que este esquilo recebeu de uma girafa



4. A cumplicidade dos pandas


5. A timidez desta morsa ao receber peixes em seu aniversário



6. O salto serelepe desta ovelha 


7. E as súplicas deste guaxinim desesperado



8. Graças aos especialistas em registrar a natureza, também podemos contemplar a força das ondas do mar se chocando contra um farol



9. Assim como o contraste entre as luzes no céu produzidas pelo homem e por forças naturais



10. O voo supersônico desta águia



11. A visita inesperada deste passarinho



12. A simpatia deste tubarão



13. A folga deste urso polar



14. A intrigante beleza desta cobra



15. E o bocejo simultâneo destas raposas



Artista recria cenas de Star Wars com uma única folha de papel



Há aqueles que custam a lembrar o passo a passo para fazer um barquinho de papel. E, na outra ponta do espectro de talentos manuais, está Marc Hagan-Guirey, mestre Jedi absoluto da arte do kirigami. Ele é o responsável pelo trabalho que você vê acima – uma intrincada recriação em papel da icônica cena da cantina de Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (em que Han Solo atira primeiro, como você sabe). Já seria um bocado impressionante caso se tratasse de um complexo modelo com diversas peças. Mas, no caso de Hagan-Guirey, todos os cenários são criados usando uma única folha de papel. Sério.





A proposta final de Marc é contar histórias por meio de papéis meticulosamente cortados. “Eu amo ser capaz de criar uma cena inteira em apenas um pedaço de papel. Algumas pessoas que visitavam a exposição olhavam para as peças e eu as escutava dizendo: ‘Olha, aí tem este trecho, aquele outro trecho e depois foi isso que aconteceu’. E eles são capazes de recontar essa cena inteira a partir de apenas aquele papel”, afirma o artista.

Qual era o livro mais vendido no ano em que você nasceu?



Confira os maiores best-sellers de ficção: para selecionar os hits literários no Brasil recorremos à lista dos mais vendidos da revista Veja. Boa leitura!

Anos 70

1975 - Gabriela, Cravo e Canela, Jorge Amado

1976 - Araceli, Meu Amor, de José Louzeiro

1978 - Conversa na Catedral, Mario Vargas Llosa

1979 - Farda, Fardão, Camisola de Dormir, Jorge Amado


Anos 80

1980 - A Falta que Ela me Faz, Fernando Sabino

1981 - Crônicas de uma morte anunciada, Gabriel García Márquez

1982 - O Analista de Bagé, Luis Fernando Veríssimo

1983 - A Velhinha de Taubaté, Luis Fernando Veríssimo

1984 - Tocaia Grande, Jorge Amado

1985 - A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera

1986 - A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera

1987 - As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley

1988 - As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley

1989 - As Areias do Tempo, Sidney Sheldon


Anos 90

1990 - Diário de um Mago, Paulo Coelho

1991 - O Alquimista, Paulo Coelho

1992 - O Alquimista, Paulo Coelho

1993 - Noite sobre as Águas, Ken Follett

1994 - Brida, Paulo Coelho

1995 - Comédias da Vida Privada, Luis Fernando Veríssimo

1996 - O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder

1997 - O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder

1998 - O Livro das Virtudes para Crianças, William j. bennett

1999 - O Homem que Matou Getúlio Vargas, Jô Soares


Anos 2000

2000 - Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K Rowling

2001 - Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K. Rowling

2002 - Harry Potter e a Câmara Secreta, J.K. Rowling

2003 - Onze Minutos, Paulo Coelho

2004 - Budapeste, Chico Buarque

2005 - Fortaleza Digital, Dan Brown

2006 - Quando Nietzsche Chorou, Irvin D. Yalom

2007 - A Cidade do Sol, Khaled Hosseini

2008 - A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak

2009 - A Cabana, William Young


Anos 2010

2010 - A Cabana, William P. Young

2011 - A Guerra dos Tronos, George R. R. Martin

2012 - A Escolha, de Nicholas Sparks

2013 - Inferno, Dan Brown

2014 - A Culpa é das Estrelas, John Green

2015 - O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

Significado em latim, dos feitiços de Harry Potter

            

Do português à língua azeri (falada no Azerbaijão), Harry Potter já foi traduzido para mais de 60 idiomas. Isso não significa, no entanto, que todas as palavras estão de acordo com a linguagem de quem lê. Mesmo no texto original, em inglês, há um punhado de termos que nunca foram traduzidos: são os feitiços.

Há um motivo para essa adaptação de linguagem nunca ter sido feita. Na verdade, apesar de parecerem latim, muitos dos nomes são puro enfeite. Colocar sufixos como “ium”, ou palavras que parecem italiano, soam como a língua morta, mas são tão efetivos quanto terminar frases com “ation” para falar inglês. “Trata-se de um ‘latinorum’, isto é, parece latim, soa como latim, mas não é propriamente latim. Ou, se preferir, num latim deturpado”, afirma Alexandre Hasegawa, professor de Latim na USP e autor do Dicionário Latim – Português, lançado pela Edipro.

Mas há também casos com seu fundo de verdade. Algumas das palavras usadas pela autora J.K. Rowling foram tiradas diretamente do latim. É o caso de Accio, por exemplo, que significa “mandar vir”, exatamente o que o feitiço faz.

Pedimos, então, para Hasegawa traduzir os principais feitiços proferidos nos livros do menino bruxo, e listamos abaixo os significados – isto é, quando tinham algum significado.

Lumos

                   

O que o feitiço faz: Acende uma pequena luz na varinha

Significado: Nenhum, mas tem origem no latim. Surge da palavra latina lumen, que significa “luz” e dá origem ao adjetivo luminosus (luminoso).

Accio


O que o feitiço faz: Traz para si a coisa anunciada. Por exemplo, se alguém está com uma bolsa muito bagunçada e quer encontrar uma caneta, o bruxo fala “accio caneta”, e o objeto vem em sua direção.

Significado: Accio, em latim, significa “chamar, ou “mandar vir”. Na primeira pessoa do singular, como é usado nos livros e filmes, significaria “Eu chamo”.

Expecto Patronum


O que o feitiço faz:  É uma emanação de boas energias. Quando se faz esse feitiço, um animal formado por bons sentimentos sai da varinha do bruxo, e afasta uma das mais temidas criaturas do universo mágico: os dementadores (seres que sugam a alegria de suas vítimas).

Significado: Vem direto do latim. A tradução de expecto é “desejar”, já patronus significa “protetor”, ou “defensor”. Na prática, então o bruxinho pede por alguém que possa salvá-lo.

Wingardium Leviosa



O que o feitiço faz:  Faz objetos (ou pessoas) levitarem.

Significado: Wing não é latim, é inglês mesmo, significa “Asa”. Ardium talvez tenha saído de arduum, tradução para “lugar alto”, ou “elevado”. Leviosa também existe no latim, mas pode ter se inspirado em levis, que significa “leve”, “ligeiro”, “veloz”.

Expelliarmus



O que o feitiço faz:  Arremessa para longe a varinha do adversário.

Significado: É um neologismo formado através do verbo expello, “expulsar, expelir, lançar para fora de”. Na segunda metade da palavra, armus pode ter sido inspirado em arma (“armas”). Mus, é a terminação usada para indicar primeira pessoa do plural, então é como se o bruxo dissesse “nós lançamos para fora a arma”, que, no caso, é a varinha mesmo.

Alohomora


O que o feitiço faz:  Abre portas ou fechaduras.

Significado: Nenhuma palavra do latim parece ter relação com o feitiço.

Avada Kedavra



O que o feitiço faz: É o feitiço do assassinato, quem é atingido morre na hora.

Significado: Kedavra tem uma sonoridade parecida com cadaver (sem acento mesmo, em latim). Avada, também não vem do latim.


Obliviate



O que o feitiço faz: Apaga a memória das pessoas.

Significado: O feitiço vem do termo oblivio, “esquecimento” ou “esquecer”. O final ate é usado para indicar segunda pessoa do plural. Em português claro, “esqueceis”.



Petrificus Totalus


O que o feitiço faz: Paralisa a pessoa atingida, enrijece o corpo, como se fosse feito de pedra.

Significado: Petrificus não é uma palavra que existe em latim, mas é formado por termos reais. Petra é “rocha” ou “penhasco”, e fícus indica a feitura de uma ação. Pretrificus, então representa a transformação em pedra. Totalus também não existe, mas vem de totus (“todo”, “inteiro”).